México divide atenções com o Brasil

Nos últimos meses, o México passou a ocupar a posição do Brasil entre os emergentes que mais despertam a curiosidade dos investidores. Atraído pela perspectiva de crescimento do país, o mercado voltou a atenção para essa economia, que enfrenta pressão para elevar os juros e esfriar a atividade. Além disso, tem baixo e equilibrado nível de endividamento público e não recorreu a instrumentos heterodoxos para controlar o câmbio.

Com a missão de apresentar os cenários econômicos e boas oportunidades de investimento nos países da América Latina, o estrategista do Goldman Sachs, Alberto Ramos, visitou o Japão duas vezes este ano. E, diferentemente do que aconteceu em encontros anteriores, o México, e não o Brasil, foi o foco da curiosidade dos investidores. Atraído pela perspectiva de crescimento do país, na onda de recuperação dos Estados Unidos, o mercado voltou a atenção para essa economia. E o que os investidores japoneses – aqueles que alimentam boa parte do fluxo mundial de aplicações – ouviram de Ramos agradou: o país é o único da região a não sofrer pressões inflacionárias e nem de alta de juros; não recorreu a instrumentos heterodoxos para conter a valorização cambial e convive com um endividamento público baixo e bem gerido, na casa dos 22% do PIB.

Íntegra aqui: Artigo 67 – 03 – 05 -11

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