Um voto de confiança

Na organização do Universo, Deus foi muito duro com os “cientistas sociais”, dentre os quais destacam-se os economistas. Para benefício desses últimos, entretanto, construiu um “homem” que age com racionalidade limitada num espaço permanentemente preenchido pela incerteza e que, para superá-la, abriga-se na imitação e nos costumes. Com um legítimo processo de abstração ignoramos as palavras “limitada”, “incerteza” e “imitação”. Construímos uma hipótese poderosa: o homem age a partir de um cálculo racional absoluto, obedece a incentivos, procura maximizar os seus benefícios e não tem relação com outros homens. Como suspeitou (numa nota de rodapé) o ilustre Thomas Robert Malthus (1766-1834), isso abria espaço para tentar entendê-lo aplicando o cálculo diferencial criado por Newton (1642-1727).

Íntegra aqui: Artigo 66- 02 – 05 -11

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